5/27/2007

CONSTANTINA ARAUJO - ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO

ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO 28/5/1922


Em L'Amore dei Tre Re, no Scala, quando cantou sob a regência do então estreante, Carlo Maria Giulini.

4/22/2007

CONTANTINA ARAUJO - LA BOHÊME - 1949






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Esse foi um espetáculo extra do ano de 1949.
Na foto, vemos o maestro Guarnieri, o maestro Mechetti de braços dados com Constantina e Lia Roberti, Assis Pacheco.
O jornal da colônia italiana, "Fanfula", promoveu esse espetáculo em homenagem à façanha dos aviadores Bonzi e Lualdi

4/15/2007

CONSTANTINA ARAUJO - VIAGEM PELA ITÁLIA - 1







Em 1951, Constantina viajou para várias regiões da Itália .
Na segunda foto, ela está com sua mãe.
Fotos do acervo Cisalpyno Maia & José Carlos Neves Lopes

CONSTANTINA ARAUJO - UN BALLO IN MASCHERA


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Fotos do acervo Cisalpyno Maia & José Carlos Neves Lopes

4/08/2007

"AIDA EM MODENA" - ESTRÉIA DE CONSTANTINA ARAUJO NA ITÁLIA


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MODENA, 26-12-1950 - TEATRO MUNICIPALE
Fonte: "Fanfulla" (SP) 1º/1/1951
Fotos do acervo Cisalpyno Maia & José Carlos Neves Lopes

FRESCO NOTTURNO

Foto por "Foto Ferruzzi - Venezia
Clique na foto para vê-la numa resolução maior.
O denominado "Fresco Notturno in Canal Grande", Veneza , era um concerto tradicional num palco em plena água, rodeado por barcos e gôndolas repletos de pessoas. Acompanhavam os cantores a Orquestra e o Côro do La Fenice. Constantina Araujo, recém chegada na Itália, participou de um deles no dia 18/8/1951. Na ocasião, cantou "Ritorna vincitor", o Terzetto atto 1 de Il Trovatore, com Mazziero e Guelfi, a ária Pace mio Dio, de "La Forza del Destino"
Fotos do acervo Cisalpyno Maia & José Carlos Neves Lopes

2/10/2007

CONSTANTINA COMPARADA COM FLAGSTAD



ARTS SPECTACLES
Du 17 au 23 février 1954
nº 451
Foto: Constantina e Denise Duval

11/08/2006

CORTINA LÍRICA


Nos anos 1940, a Rádio Gazeta apresentava um manancial operístico . Com orquestra e elencos próprios, apresentava com freqüencia apresentações de óperas completas e concertos. Este é um cartaz de uma Cortina Lírica, do ano de 1947.

11/05/2006

ENNA, SICILIA

COM NICOLAI GEDDA


"OBERON", PARIS, 1954

UN BALLO IN MASCHERA


Sua atuação em Londres foi memorável. Cinqüenta anos depois, recebi um e-mail de uma pessoa que esteve presente, rememorando o acontecimento.

L'AMORE DI TREI RE, NO SCALA

COM CARLO MARIA GIULINI



MAESTRO CARLO MARIA GIULINI, ENTÃO EM INÍCIO DE CARREIRA, APÓS RÉCITA DE "LA VITA BREVE" NO SCALA, EM 24/2/1952.

ATUANDO AO LADO DO PAI DE CECILIA BARTOLI, EM BOLONHA



ANGELO BARTOLI

CONSTANTINA E "OBERON"

Em 12 de fevereiro deste ano comemoramos o cinqüentenário da apresentação da soprano paulista, Constantina Araújo (1922-1966) naquele que foi um dos principais papéis de sua curta carreira, o de Rezia, na ópera em 3 atos, “Oberon” (1826), de Karl Maria von Weber (1786-1826).
Foi a primeira encenação dessa ópera em Paris. A récita inicial era beneficente e o espetáculo contou com a presença do recém-empossado presidente da República Francesa, René Coty e esposa.
A direção de cena foi entregue a Maurice Lehmann, que se tornou conhecido por sua atuação como diretor de teatro, cinema e ópera. Os principais intérpretes foram: Constantina Araújo Nicolai Gedda, tenor sueco em início de carreira, Roger Bourdin e Denise Duval. A direção musical esteve a cargo do famoso regente André Cluytens.
Estavam previstas 4 récitas, no entanto, o sucesso foi tamanho que acabaram sendo realizadas 30 !
Constantina, que chegava em Paris carregada de êxitos em diversas capitais européias, foi recebida pela alta sociedade parisiense, em recepção à qual que estiveram presentes o presidente da delegação brasileira na UNESCO, várias personalidades brasileiras, críticos e músicos franceses, dentre os quais o compositor Florent Schmidt.
A crítica musical foi plena de elogios à soprano paulista.
O crítico e musicólogo René Dusmenil, assim se referiu em “Le Monde”, de 17/2/1954:
“A parte de “Rezia” goza da justificada reputação de ser uma das mais ingratas. Ela oferece três momentos essenciais e de caráter tão diferente, que é necessário uma cantora que disponha dos mais variados recursos para nela se mostrar perfeita: a visão, no primeiro ato , que é um murmúrio de suavidade e de ternura, a ária do segundo ato, com a maldição do oceano, toda de violência e desespero, e finalmente a cavatina do terceiro ato, repleta de lamentações ardentes. A sra. Constantina Araújo possui uma voz esplêndida e sabe usar dela para salientar todo o patético, toda a sedução da personagem.”-
O semanário “Arts” opinou:
“Deixamos para o fim a admirável soprano dramática Constantina Araújo. Pode-se dizer que é a cantora de teatro mais completa que se ouviu em Paris depois de Kirsten Flagstad. Riqueza de uma voz imensa, que ela conduz com técnica muito segura, quer quanto à agilidade, quer quanto ao volume, sensibilidade dramática, prestígio de uma presença cênica inegável, tudo concorre para torná-la a verdadeira revelação do espetáculo.” (transcrito de O Estado de S. Paulo, 4/4/54)
Marc Pincherie, salientou:

“As vozes são belas . A da Srta Constantina Araújo é de brilhantismo magnífico, volumosa e brava. Apenas deixou a desejar nos meio-tons, onde precisamente se salienta seu parceiro Nicolai Gedda.” (transcrito de O Estado de S. Paulo, ‘rt

O CUMPRIMENTO DO PRESIDENTE FRANCÊS



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